sexta-feira, 3 de outubro de 2014

SAUDADES

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Ah, como tenho saudade da minha doce infância.
Investida da inocência do ser criança.
Onde tinha tantos sonhos e esperanças.
E não pensava que a vida fosse tão dura
Que ao crescer conheceria tais criaturas.
Sem brilho e sem nenhuma postura!
Ainda bem que eu descobri
Que viver é uma doce e mágica dança.
Que somente pode sorrir
Quem ao caminhar faz sua mudança.

Que deixou para trás o belo sorriso.
Um sorriso feliz de tanto belo.
Ah! Que saudades da minha doce infância!

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